Hidroponia

ozonio-em-hidroponia-ozonicEstamos neste mercado (HIDROPONIA), em data mais recente apesar de estarmos desde 1.985 atuando com geradores de OZÔNIO . Entramos neste universo, após estarmos mais conhecedores dos problemas que o empresário de HIDROPONIA enfrentou e enfrenta.

– Fomos alertados desde o início que houve uma série de experiências negativas por parte de geradores com má qualidade, pós venda ineficiente.
– Um dos problemas que afetam os empreendedores na HIDROPONIA, tem sido o fungo “Pythium”, cuja erradicação se faz com o uso de um correto gerador de Ozônio, dentro de regras que poderemos informar.
– Outro problema é os Nematóides, também eliminados com Ozônio.
– Além disso, a lavagem das verduras e frutas antes da embalagem e distribuição aumenta a qualidade e vida útil do produto.
– Como disse alguém, ozônio não será uma “varinha mágica”, mas o manejo dedicado feito do modo correto e o emprego do ozônio são partes desta solução.

Procedimentos para o Tratamento integral com Ozônio, nas superfícies de uso agrícola e na água de irrigação:

Desta evita uma PROPAGAÇÃO de doenças e conseguiu fazer contínua oxigenação Uma das Melhorar Rendimento somente para plantações agrícolas. O objetivo é estabelecer os procedimentos para o uso do ozônio na agricultura,querendo limitar o crescimento de microorganismos patogênicos, aumentando a solubilidade na água de irrigação e a capacidade de desinfecção do ozônio (estes procedimentos podem ser aplicados de forma individual, ou combinados,dependendo sempre da escolha do agricultor ou técnico agrícola).

Com o uso do Ozônio se consegue limitar o crescimento de microorganismos patogênicos, tanto no solo como na água de irrigação,dessa forma se alcança um equilíbrio e impede que os organismos patogênicos sejam a população dominante. Desta forma se evita a propagação de enfermidades e conseguimos uma oxigenação continuada do solo para melhorar rendimento das plantações agrícolas. O objetivo deste procedimento é o aumento da produtividade agrícola mediante uma tecnologia limpa que não deixa resíduos.

O poder bio-isecticida do ozônio vem determinado pelo forte poder oxidante caracterizado pelo seu elevado potencial de oxidação/reduçãA correção do conteúdo mineral da água mediante ozônio se deve ao seu poder de oxidação, sendo os principais elementos aos que oxida:o ferro,o Magnésio, compostos tais como: Uréia, Amoníaco, Nitritos, Cianuros y Fenóis.

Ozônio em solução aquosa tem sido utilizado para a eliminação de formas biológicas da vida, tais como vírus, bactérias, fungos, algas, etc., em muitas aplicações, tais como piscinas, água potável, água engarrafada, aquários, torres de resfriamento, incluindo água de irrigação agrícola faz parte do final do procedimento, com a finalidade de realizar uma desinfecção da água. Além disso, o ozônio atua como bioestimulante para as plantas porque corrige o conteúdo mineral, transforma a matéria orgânica presente na água e aporta oxigênio para a raiz das plantas.

Com o uso de Ozônio dissolvido na água para irrigação agrícola se conseguem vários benefícios, que são:

Diminuir a população patogênica da água, e com isso aumentam as probabilidades de terem menos enfermidades.

As concentrações de 0.2 y 0.4 mg/l de Ozônio dissolvido na água se elevam de maneira inversamente proporcional ao potencial Redox, até que se consiga um valor do potencial Redox no qual não podem sobreviver germens patogênicos em tempos de exposição tão breves.

Corrigir o conteúdo mineral da água de irrigação agrícola convertendo os nitritos em nitratos que são aproveitados pelas plantas. E quanto ao ferro indicar que no processo de oxidação passa de íon ferroso a íon férrico, formando hidróxido de ferro que pode aparecer como flóculo e não é absorvido corretamente pela raiz das plantas.

Um processo análogo ocorre com o manganês (oxidação), o que pode produzir se uma diminuição deste micro nutriente se as doses aplicadas são altas, pelo que deverão ser corrigidas as carências de micro nutrientes em caso necessário.

Eliminação de possíveis pesticidas que podam existir na água de irrigação agrícola assim como a eliminação de detergentes e compostos orgânicos tais como fenóis. Estes processos de eliminação são devidos ao poder de oxidação do Ozônio.

Um maior crescimento das plantas, devido ao oxigênio residual que se aporta por meio de água ozonizada nas raízes das plantas. Igualmente a vitalidade da planta aumenta a resistência aos germens e a ausência de germens patogênicos na água se traduz em economia de inseticidas/pesticidas.

Economia de aditivos (fertilizantes, etc.), pelas razões expostas anteriormente. a injeção de ozônio na irrigação deve de realizar se de tal maneira que todo o ozônio injetado se dissolva na água, ou que a sobra seja eliminada para não passar para a atmosfera, em cujo caso nunca se deverão ultrapassar os limites indicados.

Para a diluição do Ozônio injetado na água tem que considerar a concentração de ozônio produzido pelo gerador de ozônio e a limitada solubilidade do ozônio na água. a forma na que se dissolve o ozônio na irrigação agrícola é de primordial importância.

Quando se apliquem doses extras de pesticidas líquidos ou outros adubos na água de irrigação, é aconselhável reduzir a dose de ozônio que será utilizada, para evitar uma reação com as ditas substancias orgânicas com o Ozônio.

Lavagem de produtos Horto-Frutícolas:

A novas condições impostas à industria agro-alimenticia com os programas de controles, obriga as mesmas a um estrito controle das condições dos seus produtos.

Atualmente não só se devem extremar as precauções na manipulação e armazenamento dos produtos próprios, se não que a industria deve responder pela qualidade e inclusive dos LMR que contenham os produtos que armazena  e comercializa, sem Haver podido manter em muitos casos um controle exaustivo da sua produçIsto leva a este tipo de industrias a assumir uns elevadíssimos riscos na comercialização de seus produtos, porque tem a responsabilidade sobre os mesmos sem ter muitas vezes a possibilidade real de analisar intensivamente todas as partidas que entram  nas suas instalações com destino aos seus clientes, pois estamos falando de produtos perecíveis no que o tempo  é crítico. Ainda  más quando os produtos estão destinados para a exportação. E sem mencionar os elevados custos de manter o controle de qualidade adequado.

O emprego do Ozônio se aconselha para sua utilização na industria horto-frutícola ao garantir a segurança microbiológica e a qualidade dos produtos. O Ozônio é agente com o maior valor de oxidação que se conhece depois do flúor. Sua reatividade é altíssima  e  o produto de decomposição do mesmo é o oxigênio. Seu alto poder oxidante e a não-geração de resíduos tem umas maravilhosas vantagens na sua aplicação, entre outras:

Reduzir a carga microbiana dos produtos. O ozônio destrói a membrana celular das bactérias, mofos, leveduras e fungos e inibe a reprodução dos vírus interferindo no seu processo de duplicação destruindo-os.

Eliminar os compostos orgânicos tóxicos ou limitados (LMR), o Ozônio reage com as moléculas deste tipo de compostos, atacando-as nos seus pontos de máxima reatividade desativando-as.

Não conferir nem odor nem sabor residual ao produto, eliminando incluso o que concerne a contaminações cruzadas com outros agentes.

Reduzir a DBO e a DQO nos vertidos ao meio-ambiente das águas de lavado dos produtos.

Um dos objetivos principais tanto dos produtores como dos processadores de frutas e hortaliças é evitar  a contaminação de seus produtos por bactérias, vírus e parasitos, além de proteger de agentes físicos e químicos. A segurança microbiológica das frutas e hortaliças se considera essencial para a saúde, devido a que geralmente estes produtos frescos não sofrem nenhum tratamento que destrua os microorganismos patogênicos humanos que podem conter. Por isso, a industria alimentícia procura higienizantes que, além de ser efetivos contra microorganismos patogênicos, sejam seguros para seu emprego durante o processo de elaboração dos produtos vegetais.

O papel do Ozônio na conservação de flores recém cortadas:

A longevidade da flor recém cortada depende de uma serie de fatores que se dão principalmente durante a colheita, manipulação, armazenagem e transporte da mesma, ainda existam outros fatores não menos importantes como são as técnicas de cultivo e os fatores genéticos.

Um parâmetro que se serve de referencia na duração e conservação da flor recém cortada é seu balance hídrico. Este é o resultante entre as entradas de agua pelol talo e as saidas de água devido a transpiração. Durante os primeiros días o balance hídrico é positivo por  que a flor absorve grande quantidade de agua aumentando seu peso, mas com o passar do  tempo tecido do xilema se vai obturando devido fundamentalmente aos microorganismos que parasitam a flor e vão tampando seus condutos de alimentação. Por outro lado aparece uma pérdida progressiva no turgor das pétalas que coincide com um incremento do conteúdo de determinados hormonios como o etileno, que beneficia a desorganización das membranas celulares  e as células das pétalas perdem progresivamente su capacidade de reter a agua.

O  Ozônio, pela seu carácter virulicida e bactericida, é um agente capaz de eliminar qualquer microorganismo parásito da flor recém cortada. E acrescentamos que o ozonio é um composto que, por suas características fortemente oxidantes, é ideal para atacar duplos laços de compostos olefinicos tais como o etileno, temos que ,com um tratamento adequado da agua, destinada para a flor recém cortada, com ozonio aumentamos inevitavelmente o tempo de balance hídrico positivo da mesma.

Existem diversas técnicas para a conservação da flor recém cortada. Dentro dos tratamentos químicos é habitual  a utilização de agentes antimicrobianos, que se bem são bastantes efectivos, a vezes crian problemas de coloração nos talos. Se utilizan tambem agentes inibidores do etileno tais como  o ión Ag+, que  é mui efetivo para a redução da síntesis endógena do etileno, não é tão bom  para a eliminação do etileno procedente de fontes exógenas.

O Ozônio, como já apresentamos, é um agente antimicrobiano insuperavel que además não tem nenhum efeito secundario que possam ser prejudicial para a flor recém cortada e sua administração no estado gasozo permite a  inibição e eliminação efetivas do etileno presente no lugar de armazenamento da flor recem cortada  e que muitas vezes provem de outros produtos vegetais posivelmente armazenados no mismo lugar.

É muito comum também a conservação da flor recém cortada em câmaras  frigoríficas, nas quais terão que estarem  em ótimo estado higiénico-sanitário. Para isso normalmente se utilizam distintos compostos químicos com que  se realiza uma desinfecção periódica. isso acarreta muitas vezes um  gasto a aparte em produtos de limpeza, mão de obra , etc.

O Ozônio pode suprir perfeitamente o uso de todos estes produtos, pois seu poder desinfectante é superior em 100 vezes ao do cloro tanto a nível fungicida e bactericida como virulicida,  e carece de qualquer efeito tóxico contra pesoas, animais ou plantas nos niveis de uso normais.

O tratamento da flor recém cortada com água previamente ozonizada produz toda uma serie de efeitos positivos sobre a mesma, además de uma maior duração da flor recém  cortada. Entre todos esses efeitos beneficos contamos com mas esses:

– Pétalas menos atrofiadas
– Talos de melhor textura
– Folhas mais verdes
– Aumento da duração das pétalas e melhor abertura dos mesmos
– Nenhuma alteração na cor da flôr

Também acrescentamos que o Ozônio melhora as propriedades organolépticas de água (cor, odor e sabor)  que  é perfeitamente compativel com os nutrientes necesarios para as flores e plantas. En quanto a  influencia do ozonio  na conservação da flor cortada dizemos que produz um aumento generalizado na sua conservação e duração em bom  estado, tal e como demonstra o seguinte quadro comparativo para uma série de espécies com as que normalmente se comercializa.

A ação do Ozônio no armazenamento de Frutas e Verduras:

O Ozônio se usa extensivamente para preservar alimentos nos armazéns destinados para sua conservação. Concentrações baixas de Ozônio (0,05 ppm.) na atmosfera dos frigoríficos ou câmaras frigoríficas faz com que os alimentos possam estar armazenados por muito mas tempo, evitando o crescimento do mofo e destruindo as bactérias meio-ambientais que são nocivas para as verduras e frutas. O ozônio melhora a qualidade dos alimentos e evita que os cheiros passem de um produto ao outro.

A principal utilidade do ozônio na preservação de alimentos é a sua habilidade de atacar, reduzir e eliminar as bactérias que causam a maioria dos problemas na sua conservação, permitindo um alto grau de umidade,com isso temos menos perdas de peso.

Os  resultados dos alimentos obtidos numa atmosfera ozonizada são:

– Carência de mofos nos alimentos e embalagens: Ambiente mas higiênico para as pessoas e para as novos lotes de fruta que entram no armazém
– Conservação más dilatada dos alimentos:economia de dinheiro ao retrasar o prazo máximo de manutenção da fruta.
– Conservação de peso com alto grau de umidade.
– Melhor qualidade interna: Se consegue melhor preço pela qualidade da fruta pelo  seu aspecto.
– Excelente aparência externa.
– Poucas perdas por deterioração: Diminui a quantidade de produto que se perde com isso se economiza.

E ainda assim o Ozônio atuará sobre o etileno, rompendo seu duplo laço de hidrocarburo  destruindo por oxidação, e como sabe que está comprovando que o etileno atua no  sentido de ativar o “metabolismo” de certas frutas (bananas, laranjas, maçãs, peras, etc.) ativando sua”intensidade respiratória”, o Ozônio, em concentrações de 0,05 ppm., retrasa a maduração da fruta que é o que se pretende com  refrigerado das mesmas.

A ação do Ozônio nas diferentes Frutas e Vegetais:

Detalhamos distintos exemplos sobre a ação do ozônio nas diferentes frutas e vegetais:

Maçãs – Todas as classes de maçãs, desde as más aromática até as menos aromáticas, podem ser ozonizadas nos armazéns frigoríficos. Numa concentração de 0,1 a 0,2 ppm, se pode por o maior grau higrométrico que permita a fruta sem que se formem mofos na fruta nem nos embalagens.

O Ozônio, por ser desodorizante, elimina as emanações gasosas procedentes da respiração e do metabolismo da fruta. A maçã, ao respirar uma atmosfera sana, conserva seu autêntico sabor, existindo assim, uma diferença muito notável de sabor entre maçãs ozonizadas e as que não foram. Ao eliminar se as emanações, se podem misturar no mesmo armazém frigorífico as diversas classes de maçãs, conservando cada uma delas suas características peculiares.

Pêssegos – Conservados em atmosfera ozonizada, numa proporção de 0,2 ppm se consegue aumentar a vida desta fruta, conservando todas suas propriedades, assim como seu aroma característico. O pêssego sai fresco, sem sinal de haver sido atacado pelos criptógamos menores.

Banana – A banana apresentam dos problemas:
– O transporte desde os lugares de produção até os de consumo e, uma vez maduros, se deve conservar com cuidado. Assim sendo, o ozônio inibe a maduração da banana. No seu transporte por via marítima, com um ambiente ozonizado e com uma temperatura adequada, as bananas se conservam verdes sem madurar antes do tempo. Todas as emanações que produzem são eliminadas e com todo isto o transporte fica garantido chegando a fruta nas devidas condições nos pontos de destino.
– Durante o processo de maduração não se deve ozonizar,por que assim sendo,a fruta não maduraria. Uma vez maduro, é conveniente ozonizar para dar uma maior vida ao produto e desse modo conservarão ns perfeitas condições até que resulte conveniente colocá-las no mercado.
– Antes de proceder sua embalagem, o ozônio consegue uma maior duração do tomate, endurecendo sua cutícula  e evitando os mofos devido à umidade. Os tomates assim conservados sofrem menos estragos durante seu transporte  e período de comercialização.

Frutas pequenas – 0,05 ppm de ozônio no ambiente das câmaras de armazenagens de frutas de pequeno tamanho tais como uvas, ciruelas, morango, amoras, abricó,ameixas, etc., não somente  reduzem  o crescimento do mofo, senão que também melhora o aroma e principalmente, o aspecto externo de muitas destas frutas, retrasando o aparecimento de manchas sobre a pele das frutas.

Vegetais em geral – Todos os vegetais que sofreram um tratamento com ozônio nas câmaras frigoríficas a conseguido uma conservação más larga, assim como também uma maior conservação uma vez fora das câmaras. Um exemplo, na batata se retarda o crescimento de talos e se prevê ou paralisam uma grande variedade de enfermidades produzidas por fungos.

Livre-se dos Nematóides:

Moens et al. (1991) examinaram a sensibilidade de M. incógnita segunda fase de juvenis (J2) para o tratamento de Ozônio no laboratório.

Eles descobriram que a oxidação por 4 min inibiu completamente o potencial de infecção em plantas de tomate, mas que matam nematóide completa só foi alcançada depois de um tempo de tratamento de 12 min.

O nível de O Nível de potencial redox (750 mV), não foi uma medida eficaz para a capacidade de desinfestação na água de drenagem, devido a uma abundância de outros compostos oxidáveis.

Em outro estudo, Sanchez et al. (2007) submetidos torneira e água de irrigação reciclados a diferentes concentrações de gás ozônio, com um valor específico do CT (concentração x tempo). O CT valores necessários para matar 90% de qualquer espécie de nematóide variou de 2 a 8 ppm / min. J2 Meloidogyne javanica tornou-se inativo somente após 75 min, com um valor de TC de 12 ppm / min.

O ozônio também foi testado para sua eficácia contra o nematódeo da escavação, R. similis. Runia e Amsing (1996) encontraram que um tempo de exposição de pelo menos 1 h de ozônio foi necessário para eliminar a R. similis, bem como para impedir a sua reprodução em Anthurium andreanum em laboratório. O tempo de exposição foi utilizado para medir a capacidade infecciosa do ozônio. A desvantagem do ozônio é, no entanto, que a água tem que ser tratado em lotes nos reservatórios de retenção, devido à quantidade de tempo que leva para atingir o valor correto potencial redox.

O pH da água a ser tratada deve ser ácido (pH 4) para fornecer a estabilidade de ozônio. A eficácia do Ozônio também depende da demanda de oxigênio das águas de drenagem e da natureza dos compostos de oxidação (Runia, 1995; Runia & Amsing, 1996). Sedimentação e floculação.

Se a água com nematóides em suspensão é mantida, os nematóides se depositem no fundo. Este processo de sedimentação pode ser obtida por bombeamento de água em uma barragem de decantação ou reservatório e sair da água sozinho por algum tempo para permitir que os nematóides se depositem no fundo.

A saída deve ser montado em um dispositivo flutuante que é mantido, tanto quanto possível da entrada. Moens e Hendrickx (1992) demonstraram a utilidade das técnicas de filtração eficaz no controle de nematóides em experimentos de laboratório e prática. A unidade de filtro foi construído, em que a água de drenagem foi pego em um reservatório de sedimentação, a partir do qual era bombeada (1 000 L / h) em um segundo tanque, passando por uma série de quatro filtros que compreende um cartucho de gaze (150 mm) e três sacos de filtro de poliéster sentida (1 × 80 e 2 × 1 m). Todos Todos nematóides parasitas de plantas foram retidos por meio da utilização de um tal sistema de filtro.

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